ergue
um muro
de vidro
entre quem
não diz
e quem
espera ouvir
é patético
ver aquele
que silencia
tentando
se esquivar
atrás de algo
transparente.
Como dizia Mário Quintana: "A saudade que dói mais fundo – e irremediavelmente – é a saudade que temos de nós." Por isso, esse é meu registro de vida, minha invenção da verdade, meu delírio quase-diário. Escrevo para lembrar, para não ter saudade e para deixar saudade. De quem sou, fui e ainda não.
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